KÁTIA PERELBERG, assessora de comunicação do Sindcomb
Esperança no futuro do setor. Esta foi a sensação dos que saíram do evento realizado pela distribuidora Ipiranga e a ANP, nesta terça-feira (18), na Escola Superior de Advocacia (ESA) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio de Janeiro. “Vivemos uma verdadeira ‘conjugação estelar’ no combate à criminalidade no setor de combustíveis, na qual o quinto planeta é a atuação firme do desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro”, comemorou Kapaz.
Transparência e Cerco ao Crime Organizado
O superintendente de Fiscalização do Abastecimento da ANP, Júlio Nishida, enfatizou que o lançamento do aplicativo ANP com Você – Postos consolida um marco na transparência e no acesso à informação para o mercado e a sociedade:
“A partir dessa transparência, tornou-se possível expor publicamente, por exemplo, os graves danos que determinados agentes causavam à sociedade brasileira, permitindo que todos compreendam a real dimensão e complexidade do problema. Esse ‘alinhamento de astros’ é fruto da convergência de múltiplos atores contra o crime organizado: órgão regulador, Receita Federal, Secretarias Estaduais de Fazenda, entidades representativas do setor, forças policiais e a OAB. Chegamos a um ponto de virada, um momento de quase não retorno”, declarou Nishida.
ANP Revisa Regra da “Bomba Branca” em Postos Embandeirados
O superintendente de Distribuição e Logística da ANP, Diogo Valério, adiantou que a agência reguladora publicará uma Nota Técnica para revisar a norma que autoriza a operação de bombas sem bandeira (bomba branca) em postos que ostentam marca comercial:
“Quando a reguladora formulou essa medida, o objetivo não era incentivar o descumprimento de contratos, mas propor um novo modelo de negócios. Contudo, identificamos que o etanol hidratado é o principal produto comercializado na bomba branca e que ele apresenta maior propensão a irregularidades — o que afeta a reputação do posto embandeirado e compromete a transparência do mercado. Nossos estudos concluíram que a medida não gerou redução expressiva de preços ao consumidor e tampouco trouxe a devida sinalização da presença dessa bomba ao cliente”, explicou Valério. (LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA PRÓXIMA EDIÇÃO DA REVISTA POSTO RIO)
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