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Últimas Mercado de Cigarros IlegaisRJ: Quem é Adilsinho, alvo da PF e um dos principais contraventores do RJPoder 360Segundo a PF, a partir de 2018, o bicheiro Adilson Coutinho Oliveira Filho ingressou na fabricação e comercialização clandestina de cigarros, reinvestindo recursos do jogo ilegal e replicando o modelo violento de negócios.(…)
Últimas Setor de combustíveis liderou arrecadação de ICMS em 2024, aponta estudoGABRIELA SANTOS, Monitor do MercadoA cadeia de combustíveis e lubrificantes arrecadou R$ 210 BI em tributos, em 2024, sendo que R$ 152 BI correspondem ao ICMS, 25% de toda a arrecadação dos estados. Confira Queda do preço do diesel em fevereiro traz alívio parcial ao custo do transporteTransporte ModernoLevantamento da Edenred Ticket Log aponta queda nos valores médios do diesel comum e S-10 na primeira quinzena do mês,(…)
ANCELMO GÓIS e FERNANDA PONTES, O GloboApós dois anos de cobranças por falhas na prestação de serviço da Light e da Enel Rio, a Aneel assinou, nesta quarta (24), um convênio com a Agenersa permitindo que esta passe a fiscalizar diretamente as distribuidoras de energia.O acordo, articulado pelo deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ),(…)
Manifesto em Defesa da Autonomia Técnica e Decisória da ANPFecombustíveis, Brasilcom, IBP, ICL, Sindicom, FPBio, Livre Mercado, Frente Parlamentar de RecursosOperações coordenadas como “Cadeia de Carbono”, “Carbono Oculto”, “Quasar”, “Tank” e “Poço de Lobato” têm gerado resultados expressivos. Leia Últimas Frentes parlamentares saem em defesa da ANP em julgamento de recurso da RefitLUMA POLETTI,(…)
Últimas Tributos sobre combustíveis somaram R$ 210 BI em 2024Do total, R$ 152 BI corresponderam à arrecadação de ICMS. O PIS/Cofins levantou R$ 55 BI e a Cide, encargo específico do setor de combustíveis, totalizou R$ 210 BI. O estudo realizado pela LCA Consultoria para o Sindicom revela que a carga tributária sobre combustíveis no Brasil é extremamente elevada.(…)
LAURO JARDIM, O GloboO recurso da Refit contra a interdição determinada pela ANP será julgado pelo TRF-1 no dia 4 de março. A decisão é potencialmente decisiva para o futuro operacional da refinaria de Ricardo Magro. A depender do resultado, há risco de reversão da medida regulatória, o que poderia alterar o cenário jurídico e regulatório envolvendo a empresa.(…)
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