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Raízen e Sindcomb debatem excelência operacional e soluções para faltas nas entregas de combustíveis

KÁTIA PERELBERG, assessora de comunicação do Sindcomb


Na sequência do ciclo de reuniões com as distribuidoras sobre faltas e perdas de combustíveis, o Sindcomb recebeu, nesta terça-feira (5), o time de especialistas em transporte e qualidade da Raízen. Este foi o terceiro encontro da série, que já contou com a participação da Vibra Energia e da Ipiranga, consolidando o esforço conjunto entre revenda e distribuição para otimizar as entregas.

Um dos avanços destacados pela atacadista foi a instalação da quinta câmera de monitoramento nos caminhões-tanque, focada estrategicamente nos bocais de saída. Segundo a Raízen, mais de 50% da frota própria já está adaptada, com previsão de conclusão de 100% dos veículos até junho, cumprindo o cronograma estabelecido.

Os revendedores reforçaram a execução de outras duas demandas prioritárias, já colocadas à mesa nas reuniões realizadas com a Vibra e a Ipiranga. A primeira delas é a criação da figura do conferente de lacres e notas fiscais nas bases de distribuição por um funcionário da própria Raízen. A ideia é substituir o modelo atual, onde o motorista que conduz o caminhão-tanque até os postos é quem aplica o lacre e realiza essa conferência. A proposta, segundo os representantes da empresa, está em estudos avançados de viabilidade econômica e técnica.

O segundo ponto refere-se ao fator temperatura. Atualmente, embora a distribuidora equilibre o produto a 20°C na base, o descarregamento nos postos ocorre à temperatura ambiente. O Sindcomb pleiteia que a entrega mantenha o padrão de 20°C para evitar perdas geradas pela dilatação térmica — fenômeno comum no clima do Rio de Janeiro, que altera o volume do combustível e impacta diretamente o estoque do revendedor. A padronização da entrega a 20°C – assim como as distribuidoras recebem os combustíveis puros das refinarias – será capaz mitigar as distorções volumétricas causadas pelo calor intenso do Rio, que provoca a dilatação das moléculas e gera diferenças entre o faturamento na nota e o volume real recebido no tanque.

Participaram, pela Raízen, os colaboradores Victor Limongi, especialista em Operações de Transportes; Lucas Moreira, asessor de Transportes; Letícia Dranka, especialista de Qualidade de Combustíveis; Arthur Dias, supervisor da Base; André Gonçalves, coordenador de Transportes; Bianca Cruz, assessora de Qualidade.
A reportagem completa, com a apresentação “Excelência Operacional”, será publicada na íntegra, na próxima edição da revista Posto Rio.

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