Em operação realizada na região da Praça Seca, fiscais do Inmetro, da ANP e do Ipem-RJ identificaram nesta semana sofisticados dispositivos eletrônicos e elétricos ocultos usados para fraudar as bombas de abastecimento do posto ZIP. Esses equipamentos alteravam silenciosamente o volume, entregando ao consumidor menos combustível do que o valor efetivamente pago
Além da fraude volumétrica, fiscais da ANP constataram que a gasolina continha 85% de etanol, em flagrante desrespeito à legislação, à segurança e à economia de quem pagava por um produto adulterado. Por se tratar de um agente econômico reincidente neste tipo de infração, o posto está sujeito às sanções mais severas, podendo ter sua autorização de funcionamento definitivamente revogada pela ANP.
Segundo fontes, os sócios do ZIP – que já teve até mesmo as bombas de abastecimento removidas pelo ex-presidente do Procon Carioca, João Pires – são os mesmos dos postos Bragal e Volante, também autuados e interditados pelos órgãos de fiscalização. (Sindcomb com assessorias)
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