ROSEANN KENNEDY, Estadão
Facções estão presentes em mercados como o de combustíveis, tabaco, ouro, entre outros e desafiam cada vez mais o Estado brasileiro
Operações recentes de combate a organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) movimentaram o noticiário brasileiro nos últimos dias, repercutindo até uma disputa sobre quem são os padrinhos da ação.
Só na Carbono Oculto, maior operação já feita contra o crime organizado, foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra 350 alvos, alguns deles até na Avenida Brigadeiro Faria Lima, principal centro financeiro do País.
Relatório do Instituto Esfera indica que hoje as facções criminosas já estão presentes em 21 mercados legais e ilegais com fluxos transnacionais, como o de combustíveis, tabaco, ouro, entre outros. E isso desafia cada vez mais o Estado brasileiro.
Por outro lado, órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que são cada vez mais demandados, não necessariamente têm sido fortalecidos.
Para falar sobre caminhos para fortalecer o combate ao crime organizado, o Dois Pontos convidou Fernando Meneguin, diretor acadêmico do Instituto Esfera, e Pierpaolo Bottini, professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
O episódio tem a apresentação de Roseann Kennedy, colunista do Estadão, e a participação de Ítalo Lo Re, repórter da editoria de Metrópole do Estadão.
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O vodcast Dois Pontos, apresentado por , vai ao ar às quartas-feiras, mergulhando em assuntos atuais e reunindo dois convidados em um debate.
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