Histórico

Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro

Apresentação:

Nestas breves linhas escreveremos algumas passagens da trajetória do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro desde a sua fundação até o final dos anos 90, quando a entidade comemora os seus 45 anos de existência. O nosso corte cronológico seguiu as mudanças ocorridas no Sindicato de acordo com as alterações do seu nome, com a posse das novas diretorias, as lutas e as conquistas da instituição e outros fatores relevantes para a construção da sua história.

Lembramos que o Sindcomb representa os revendedores de combustíveis do município do Rio de Janeiro, simbolizando a união e a coesão dos ideais e das aspirações da classe. Portanto, é importante não perder de vista que os componentes fundamentais dessa memória são os revendedores de combustíveis, pois foram eles que fizeram esta história.

Origem do SINDCOMB:

O SINDCOMB foi criado na década de 50, período marcado por acontecimentos políticos importantes como: o suicídio do Presidente Getúlio Vargas; o movimento do “petróleo é nosso”; a eleição de Juscelino Kubitschek. A economia do Brasil durante este período manteve bons índices de crescimento com uma inflação, que oscilou em torno de 25%, descendo a 7% em 1957 e fechando a década com taxa de 39,5% em 1959.

Foi neste contexto, nos primeiros anos da década de 50, em 15 de agosto de 1953, que realizou- se “em espaço gentilmente cedido na Av. Venezuela nº 131 na sede do Sindicato das Empresas de Garagem do Rio de Janeiro”, uma assembleia que instalou a Associação das Empresas de Postos de Serviço do Rio de Janeiro. Dava- se assim o primeiro passo para a fundação do Sindicato dos Postos de Serviço do Rio de Janeiro.

Esta assembleia foi assistida por sessenta e seis “senhores proprietários de postos”, já integrados como associados, que discutiram, sobretudo, a necessidade de se designar uma comissão para elaboração do Estatuto desta Associação. Sendo assim, foram escolhidos como membros da comissão presidida por David da Silva Braga: Albino A. Santos e Juvenal Pereira Nunes.

Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 17 de setembro de 1953, foi discutida a aprovação do Estatuto e de alguns interesses gerais. A eleição da primeira Diretoria e do Conselho Fiscal também é feita nesta assembleia.
O Estatuto, composto de doze capítulos e cinquenta e cinco artigos, é aprovado dando- se em seguida a apuração dos resultados da eleição:

Presidente: David Silva Braga
Secretário: Nicolau Primavera Filho
Tesoureiro: Juvenal Pereira Nunes
Conselho Fiscal
Francisco Paulo Nogueira; Francisco da Silva Braga; Nelson Ribas; Heitor Pinto de Morais; Manuel Ferreira

É bom lembrar que nesta Assembleia, foi proposta pelo Sr. José Maria Rodrigues a transformação da associação em sindicato, sugestão acolhida pelo presidente da entidade que a submeteu ao plenário, sendo aprovada por unanimidade. A Assembleia transcorreu num ambiente de “confraternização e ordem”.

O Sindicato dos Postos de Serviço do Rio de Janeiro:

A Carta, que reconhece a associação como Sindicato dos Postos de Serviços do Rio de Janeiro, foi expedida pelo Ministro de Estado dos Negócios do Trabalho, Indústria e Comércio em 04 de maio de 1954. E em Ata de 15 de maio de 1954 encerram- se as atividades da Associação das Empresas de Postos de Serviços do Rio de Janeiro, bem como o mandato da Diretoria e do Conselho Fiscal. Além disso, dispõe sobre a eleição que realizar- se- ia em 20 do mesmo mês.

O Sindicato dos Postos de Serviços do Rio de Janeiro“(…) é constituído para os fins de estudo, coordenação, proteção e representação legal da categoria econômica dos comerciantes de combustíveis minerais e postos de serviço do Rio de Janeiro, conforme às disposições do Decreto – Lei nº 6452 de 1 de maio de 1943 ( … ) com o intuito de colaboração com os poderes públicos e as demais associações, no sentido de solidariedade e subordinação aos interesses nacionais ”

A primeira eleição do Sindicato aconteceu num clima de confraternização entre os seus membros em 20 de maio de 1954, tendo somente uma chapa para concorrer ao pleito. Assim ficou constituída a primeira Diretoria do Sindicato dos Postos de Serviços do Rio de Janeiro:

Presidente: David da Silva Braga
Secretário: Benedito Brotherhood
Tesoureiro: Juvenal Pereira Nunes
Conselho Fiscal:
Jair do Nascimento Barbosa; Albino Augusto dos Santos; Abelardo Ferreira.
Suplentes da Diretoria: João Werlish Junior; Aloisio de Castro e Manoel da Silva Braga.
Suplentes do Conselho Fiscal: Antônio Augusto dos Santos; Francisco da Silva Braga e Milton Braga dos Santos.

Situado na Avenida Venezuela nº 131, o Sindicato representou a sua categoria em várias reivindicações, sobretudo, no tocante a preços de fretes dos combustíveis junto às Companhias Distribuidoras do Produto, ao restabelecimento da comissão de revendedores com percentuais maiores e as eventuais discussões sobre preço dos derivados de petróleo, contando também com a colaboração do Sindicato das Empresas de Garagem do Rio de Janeiro e a Divisão de Assistência às Entidades do Comércio.

Entre os anos de 1956 – 1960 o Sr. Benedito Brotherhood, que anteriormente havia ocupado o cargo de Secretário, foi o Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais do Rio de Janeiro. E em 7 de julho de 1960, o Sr. Luiz Castilho seria o novo Presidente do Sindicato, sendo reeleito nos biênios de 1962 – 1964 e de 1964 – 1966. Com oitenta e dois votos, o Sr. Luiz Castilho é eleito em 1960, ficando a diretoria assim composta:

Presidente: Luiz Castilho
Secretário: Benedito Brotherhood
Tesoureiro: Armando Ribeiro Pinto
Orlando Ferreira Machado
Waldir Palombo Braga
Conselho Fiscal:
Albino Augusto dos Santos; Antônio Augusto Cardoso Filho; Pedro Sanches da Silva.
Suplentes de Diretoria: Rui Barbosa; Joaquim Ribeiro Filho; Raul Alves Borges; Gaspar Pinto Lopes Peneda; José Frucht.
Suplentes do Conselho Fiscal: Ednar Augusto da Silva; Nelson Ribas; Juvenal Pereira Nunes.

As gestões de Brotherhood e de Castilho são marcadas por intensas batalhas a fim de estabelecer maiores benefícios para a sua classe. Com esta intenção, em 1960 a Diretoria da entidade sindical discute a criação da Federação do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais e de Garagens, o que a desligaria das federações coletivas, voltadas para o comércio varejista em geral. Esta nova federação, além disso, teria âmbito nacional, estadual e municipal, ampliando a comunicação entre a categoria e as esferas do poder, e representando mais especificamente, de acordo com o que a lei sindical assegura, os associados dos Sindicatos do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais e o das Empresas de Garagem.

Entre 1954, ano da sua fundação, e 1960 o Sindicato sofreu alterações importantes de nome: de 1954 a 1958 chamava – se Sindicato dos Postos de Serviços do Rio de Janeiro; em 8 de outubro de 1958 passa a denominar- se Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais do Rio de Janeiro, mantendo uma identidade maior com a categoria que representa, e já filiado a recém fundada Federação do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais e de Garagens. Mas, em 23 de novembro de 1960, devido a criação do Estado da Guanabara, e em decorrência da transferência do Distrito Federal do Rio de Janeiro para Brasília, a entidade passa a ser chamada de Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais do Estado da Guanabara.

Em sua trajetória, sobretudo, nos anos 50 e 60, o sindicato manteve estreitas ligações com o Sindicato das Empresas de Garagem que sempre participou das discussões e lutas empreendidas pela entidade, estabelecendo o princípio da associação e cooperação entre organismos sindicais.

Além disso, compunham o que chamavam de “comunidade de serviços” que seria uma parceria em diversos ramos de assessoria aos associados. Esta articulação rendeu vitórias importantes às respectivas classes econômicas em inúmeros episódios de negociação com o governo, sindicatos de empregados, companhias distribuidoras, instituições reguladoras como o CNP – Conselho Nacional de Petróleo.

Durante toda a trajetória do Sindicato, o Dia do Revendedor foi celebrado com grandes festas, que reuniam representantes das Companhias Distribuidoras de Combustíveis, revendedores, membros de sindicatos de outros estados, personalidades da vida pública. As festas sempre foram um exemplo de confraternização dos associados, transcorrendo num clima de alegria, com apresentação de shows e banquetes impecáveis.

Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Município do Rio de Janeiro:

Na segunda metade dos anos 60, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais do Estado da Guanabara define um novo Estatuto cujas atividades básicas seriam: colaborar com os poderes públicos no desenvolvimento da solidariedade social; manter serviços de assistência judiciária para os associados; promover a conciliação nos dissídios de trabalho; incentivar a fundação de cooperativas de consumo e de crédito; combater o exercício clandestino de atividades e profissões e a concorrência desleal entre associados; organizar conferências sobre assuntos de interesses da categoria representada, entre outros.

Neste período, também se realizam eleições para Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Representantes (biênio 1966 – 1968). Este pleito marca a entrada do Sr. Luiz Gil Siuffo Pereira na presidência da entidade, sendo reeleito sucessivamente até o ano de 1986. Em fevereiro de 1987, Luiz Gil Siuffo Pereira, é eleito Presidente da FECOMBUSTÍVEIS.

Os membros que tomaram posse no Sindicato em 6 de setembro de 1966 foram :
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Luiz Castilho
2º Vice – Presidente: Danyllo Merquior
1º Secretário: Romulo Abreu Sampaio
2º Secretário: Antônio Augusto dos Santos
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: José Fidalgo Filho
Suplentes da Diretoria: Armando Ribeiro Pinto; Waldyr Corrêa do Carmo; Darly Serpa da Fonseca; José Milton Sampaio; Oswaldo Gonçalves de Castro; Orlando dos Santos Machado; Benedito Lara de Faria.
Conselho Fiscal: Benedito Brotherhood; Ednar Augusto da Silva e Joaquim Ribeiro Filho
Suplentes do Conselho Fiscal: Horácio Veiga de Almeida; Nelson Macieira Figueiredo e Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães.
Delegados – Representantes:
Benedito Brotherhood
Luiz Gil Siuffo Pereira
Luiz Castilho
Suplentes: Romulo Abreu Sampaio; Pedro Sanches da Silva e Nelson Macieira Figueiredo.

Luiz Gil Siuffo Pereira foi Diretor da entidade pela primeira vez em 1962 na gestão do Sr. Luiz Castilho. Manteve posição de destaque durante todos os seus mandatos, representando a sua categoria e discutindo as reivindicações do grupo com as companhias distribuidoras, os órgãos de regulamentação da atividade, o governo federal e as outras entidades de classe.

Nos anos 70, os revendedores de combustíveis enfrentaram as consequências da crise do petróleo, tendo o Sindicato à frente das necessárias reestruturações. Mesmo anos depois podia sentir-se a crise no setor. A proposta de “racionalização” do consumo de derivados do petróleo estudadas durante o governo Geisel (1974-1979) foram amplamente discutidas no Sindicato, que de imediato tomou providências a fim de amenizar o impacto para a classe, auxiliando os associados na forma de proceder caso a contenção do consumo acontecesse. Em 1977, no auge destas discussões algumas medidas foram colocadas em prática, tais como: a fixação de horário de funcionamento dos postos e fechamento nos domingos e feriados e a proibição de dispositivos que facilitem os pagamentos (cartão de crédito ou qualquer outra promoção) .

Também na gestão de Gil Siuffo a instituição teve o nome modificado duas vezes. Em 1975 é chamado Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais do Município do Rio de Janeiro, em decorrência da fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro (Lei Complementar nº 20 de 01- 07- 74), de acordo com a Portaria Ministerial nº 3456 de 23 de dezembro de 1975. Poucos anos depois, devido a Portaria nº 3019 de 10 de novembro de 1978, o Sindicato passa a denominar- se Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Município do Rio de Janeiro, por causa da mudança de nomenclatura da Confederação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais, que passa a ser Confederação do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, instituição que engloba o sindicato como integrante do 2º Grupo.

O Sindicato Varejista de Comércio de Derivados de Petróleo do Município do Rio de Janeiro teve a sua primeira sede própria no ano de 1972. Ainda nos anos 60 a instituição promove um movimento, inclusive vendendo títulos de sócios beneméritos, com o objetivo de arrecadar fundos, visando a aquisição de salas para se estabelecer . E em 11 de abril de 1972 se realiza a inauguração da sede do Sindicato, localizada na Rua Sacadura Cabral n º 120, beneficiando os seus associados.

No ano de 1973 outra grande vitória da classe pode ser destacada: a regulamentação da construção e licenciamento dos estabelecimentos de revenda de derivados de petróleo, pelo decreto nº E 6030/73.

Festas em comemoração ao Dia do Revendedor, também acontecem nos anos 70 e 80 sempre com a presença de pessoas da maior relevância social, política e econômica do país.

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro

O final dos anos 80 e início dos anos 90 são imprescindíveis para a compreensão da história recente do Brasil. Em 1989, o povo brasileiro após trinta anos, pôde escolher o Presidente da República através de eleições diretas, consolidando a redemocratização do país e iniciando a modernização da economia. O fracasso do “Plano Collor” acrescido das acusações de corrupção envolvendo o Presidente da República, Fernando Collor de Mello, que no final de 1992 renuncia ao cargo, são alguns fatos que causaram grande consternação à nação no início dos anos 90.

Mas, o “Plano Real” principal medida da política econômica desenvolvida pelo seu sucessor, o Presidente da República Itamar Franco e pelo Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, promoveu o controle da inflação e gerou a estabilização da economia. Fernando Henrique Cardoso exerceu o cargo de Presidente da República eleito em 1994 e reeleito em 1998, ganhando notoriedade pela condução da política econômica brasileira.

Este é um panorama geral do período, que significa muitas mudanças para o Sindicato e para a categoria que representa. Nos últimos anos a entidade teve um crescimento expressivo, ampliando os seus serviços, as suas instalações e, inclusive o seu quadro funcional.

Em 1989 é eleito Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Município do Rio de Janeiro, Odilon Braz Lacerda Filho.

A Diretoria do Sindicato eleita em 1989, fica assim composta:

Presidente: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Vice – Presidente: Décio Eduardo Gouveia
2º Vice – Presidente: José Alves
Antônio Carlos Vilela
João Batista Porto Cursino de Moura
Waldemiro das Neves
Suplentes: Paulo Ferreira dos Santos; Eduardo de Almeida Trindade; José Firmiano Coelho Alves
Marco Tulio da Fonseca Mateus
Alayde Esporte da Cunha
Fernando de Macedo Marques
José Luiz Mota Afonso
Conselho Fiscal:
Antônio Valentim da Silva
Helio da Silva Monteiro
Bernardo Joaquim
Suplentes: Armando Lopomo Pereira Nunes; Nelson Moraes Barreto; Ary Gomes.

O Sindicato tem sido interlocutor da classe de revendedores nas mudanças ocorridas em função das novas diretrizes econômicas brasileiras. Discussões referentes à crise do álcool, à liberalização dos preços dos combustíveis, aos novos decretos municipais relativos ao Código de Posturas, são apenas alguns exemplos de lutas organizadas pela entidade neste período.

A desregulamentação das atividades do setor de combustíveis, medida proposta pelo Governo desde 1991, deu início a uma série de debates sobre o seu impacto no mercado de revendedores. A liberalização dos preços de combustíveis, que entra em vigor somente em 1996, é um dos pontos principais desta nova orientação da política econômica do país, com bases na abertura do mercado.

O Sindicato foi palco das discussões acerca deste assunto, estudando meios de minimizar as suas consequências no setor, organizando um movimento para que a ética seja um princípio básico da comercialização de combustíveis após a liberalização, e conscientizando os seus associados para a necessidade de observar melhor os seus custos, utilizando instrumentos como planilhas para controle de receita e despesa e pagamentos de impostos.

Embora, nem todas as mudanças sejam estruturais como a liberalização dos preços dos combustíveis, após sessenta anos controlados pelo governo, outras transformações aconteceram neste período. O programa do “Proálcool” foi atingido por uma séria crise que diminuiu, gradativamente, a produção de automóveis movidos a álcool, atingindo a classe de revendedores também. O Sindicato em parceria com outras instituições e com a FECOMBUSTÍVEIS promoveram debates para avaliar o impacto causado e definir que caminho seguir.

O ano de 1995 foi bastante conturbado. Os brasileiros ainda se adaptavam à estabilidade econômica criada pelo “Plano Real”. Setores produtivos e comerciantes tentavam enquadrar os seus negócios à nova realidade. No processo de substituição da moeda, de cruzeiro real para real, em 1994, foi criado um indexador, cujo valor seria reajustado diariamente de acordo com a inflação a Unidade Real de Valor (URV).

Neste movimento, a margem de lucro dos revendedores ficou defasada, gerando incertezas no setor. Mais uma vez, a FECOMBUSTÍVEIS, o Sindicato e as demais entidades filiadas não pouparam esforços para garantir uma melhor margem de revenda. Nesta direção encaminharam discussões, abrindo frentes de negociação com o governo e as companhias distribuidoras. Após quatorze meses de batalhas, em setembro de 1995, conseguem um acordo satisfatório para a classe com um aumento significativo da margem de revenda, na época ainda estabelecida pelo governo.

Saindo do campo político e econômico, o Sindicato concretiza o “grande sonho” dos seus dirigentes: a construção da sua sede nova, no bairro da Tijuca, numa área de 750 m², adquirida ainda nos anos 80. O projeto, assinado pelo arquiteto Frederico Gomes, segue um estilo moderno com estrutura metálica e utilização de muitas cores, o que faz lembrar o design das distribuidoras e dos postos de gasolina numa sutil homenagem à categoria.

A nova sede do Sindicato começou a ser construída em 1994, sendo inaugurada em novembro de 1996, num clima de emoção para todos que participaram deste projeto, que tinha como objetivo ampliar as instalações da entidade, proporcionando maior comodidade aos seus associados.

Nos últimos anos verificamos um crescimento do Sindicato, que ocorre em decorrência do aumento de número de associados e de serviços oferecidos. Além disso, a estrutura comercial de revenda fica mais complexa e o volume do consumo de combustíveis passa a ser muito maior nessa última década, sofrendo os efeitos da modernidade. Todos estes fatores influenciaram a reforma estatutária. O seu objetivo foi atualizar as normas do Sindcomb, sobretudo, ampliando as diretorias da entidade para distribuir melhor as atividades que se tornam cada vez mais específicas e introduzir compromissos com a ética por parte dos revendedores associados.

O Sindicato adota um novo nome em 1992, passando a designar – se Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Município do Rio de Janeiro. Anos mais tarde, em 1996, acrescenta a expressão “e de Lojas de Conveniência”, ficando assim a sua denominação: Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro.

Esta inclusão de lojas de conveniência na nomenclatura do Sindicato reflete a ampliação havida nos últimos anos nos negócios dos revendedores de combustíveis como sintoma das mudanças na esfera econômica do país, o que exigiu uma maior diversificação dos serviços oferecidos pelos postos a fim de garantir a reposição de lucros perdidos. Por isso, empresários deste setor têm investido nas lojas existentes nos postos, muitas delas através do sistema de franquias, criado pelas Distribuidoras.

Em consequência, o “Seminário sobre Lojas de Conveniência” promovido pelo Sindcomb em maio de 1998, discutiu e deu voz às experiências dos revendedores, contando com a participação do consultor sênior José Schwartz para esclarecer critérios de um franchising . Atualmente o Sindicato reivindica melhores condições nos contratos de franquia, visando um negócio menos unilateral, que seja lucrativo e mais flexível para o revendedor. A cada ano o número de Lojas de Conveniência aumenta, demonstrando a boa aceitação dos consumidores a este tipo de loja, que em alguns locais do Rio de Janeiro já se tornou ponto de encontro de jovens.

As festas em comemoração ao dia do revendedor são importantes para a classe em geral, e todos aqueles que estão diretamente ligados a este setor da economia. É uma maneira de se prestigiar as pessoas que fazem parte do processo de revenda, promovendo a união da categoria. O evento é organizado anualmente, contando com a presença de figuras públicas e homenageando pessoas que se destacam no campo político e na área de revenda. Os shows, os sorteios, o menu sempre caprichado compõem até hoje o ritual da festa, mantendo uma tradição por mais de trinta anos.

Podemos perceber que nos anos recentes transformações importantes se consolidaram na nossa sociedade. Na esfera da economia por exemplo, estas mudanças podem ser sensivelmente sentidas, atingindo vários setores. Neste contexto tivemos a intenção de ressaltar o impacto destas alterações na categoria de revendedores de combustíveis, mostrando como o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro se comportou diante dessa nova realidade.

Em consequência, em 2001, verificou-se uma disputa entre duas chapas a concorrerem às eleições sindicais, fato que somente havia ocorrido uma vez, quando o Presidente Gil Siuffo disputou sua reeleição e venceu.

Assim, em julho de 2001, foi eleito Presidente do Sindcomb o revendedor José Luiz Mota Afonso.

Logo no início de sua gestão à frente do Sindicato, o Presidente José Luiz e seus diretores organizaram o Seminário “Sonegação Zero nos Combustíveis”, realizado nas dependências do Hotel Intercontinental, em março de 2003. O evento contou com a presença de diversas autoridades dos Executivos, Federal, Estadual e Municipal, além de representantes, parlamentares das instituições que, àquela época, por influência do Sindicato investigavam as várias modalidades de ações fraudulentas no mercado de combustíveis. Desse encontro surgiu na Câmara Federal a necessidade de ampliar essas investigações, dando lugar à implantação da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPIdos Combustíveis, destinada a aprofundar essas investigações e regularizar o mercado de forma a estancar irregularidades praticadas.

Preocupado com os altos custos operacionais das Lojas de Conveniência, o Presidente José Luiz, celebrou convênio com as Lojas Aghora, empresa de Belo Horizonte, que trouxe um novo alento aos revendedores, na medida em que flexibilizou o “mix” de produtos ofertados com uma reduzida cobrança de franquia. A implantação das Lojas Aghora constituiu-se num grande sucesso de marketing. No decurso de seu mandato, o Presidente José Luiz Mota Afonso contando com a colaboração de seus diretores organizou, na casa de “shows” Ribalta, várias comemorações do Dia do Revendedor transformando essa celebração em memoráveis festas voltadas para a confraternização entre os companheiros empresários da categoria.

É de se destacar que o mandato do Presidente, reeleito em 2005, foi encurtado em um ano de modo que seu exercício ficasse coincidente com os exercícios estabelecidos nas entidades de grau superior (Fecombustíveis e Confederação Nacional do Comércio).

O sucesso alcançado em sua gestão favoreceu a eleição de seu então Vice-Presidente, Manuel Fonseca da Costa, sem qualquer disputa eleitoral.

No decorrer de seus dois mandatos, o Presidente Manuel Fonseca da Costa obteve seguidas vitórias em questões que afetavam diretamente a categoria: julgamento final de mandado de segurança contra decreto municipal proibindo a venda de bebidas alcoólicas nos postos revendedores; êxito em mandados de segurança para garantir a permanência dos postos da orla e, novamente, mandado de segurança para garantir a permanência dos postos na Av. Atlântica. Digno de referência, também, as diversas reuniões de força-tarefa no Sindicato constituída pelos agentes da SEFAZ, ALERJ, DDSD, IPEM, ANP, MP e Sindicom, em ações dirigidas contra a sonegação fiscal nos combustíveis.

Outro grande sucesso foi alcançado com a realização do Encontro de Revendedores em outubro de 2011 nas espetaculares instalações do Portobello Resort & Safari em Mangaratiba. Igual sucesso foi obtido em 2012 com a realização de novo Encontro de Revendedores, agora nas instalações do Hotel Windsor, na Barra da Tijuca.

Em 2014 aconteceu a 3a disputa eleitoral a ser reportada na história do Sindicato. Na eleição sindical ocorrida em fevereiro daquele ano, duas chapas foram registradas para concorrerem, de forma democrática, ao trabalho dignificante de condução dos destinos da entidade.

Nesse pleito, pela primeira vez em sua história, os revendedores elegeram uma mulher para a Presidência do Sindcomb, a Sra. Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider, digna representante da tradição de lutas vitoriosas desenvolvidas por seu pai em prol da categoria.

Neste seu primeiro mandato, sua dedicação à categoria já contabiliza importantes vitórias para a revenda, sendo justo mencionar a tenacidade do trabalho desenvolvido junto à ANP para regulamentação dos prazos relativos aos processos de reincidência, com a redação da Resolução 57 que modificou diversos artigos da Resolução 41/2013, regulamentadora de nossas atividades. Outro importante trabalho trata do

desenvolvimento e criação de controle legislativo, pelo qual o Sindcomb passa a acompanhar a tramitação, nos diversos parlamentos, de projetos de lei que podem afetar diretamente a rotina de trabalho dos postos revendedores.

A criação e o pleno desenvolvimento do Conselho de Revendedores, uma promessa de campanha eleitoral, constituída por diretores e revendedores associados, têm contribuído de modo eficaz para oxigenar a entidade com ideias e projetos surgidos do exterior da diretoria.

Não se pode deixar de mencionar o incessante trabalho desenvolvido pelo Sindcomb no sentido da implantação das normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego – NR 20 – junto aos funcionários das empresas associadas.

Esse trabalho, desenvolvido durante os anos de 2014 e 2015, na sede social do Sindicato conseguiu o feito extraordinário de treinar e habilitar às normas um contingente de quase 4.000 funcionários dos postos do Rio de Janeiro.

Imprescindível destacar a mais recente vitória do Sindcomb: Aprovação pela Câmara Municipal de Lei Complementar que permite a atividade de Drogarias e Farmácias nos Postos Revendedores de Combustíveis. Reivindicação ansiosamente esperada pela revenda e objeto de trabalho da diretoria da entidade. Igualmente, referencia para a revogação da Lei que obrigava todos os Postos do Município do Rio de Janeiro ao oferecimento de GNV aos consumidores.

Os desafios continuam, a certeza de enfrentá-los é nossa tarefa diária.

Diretoria
1954 a 2018

1954 – 1956
Presidente: David da Silva Braga
Secretário: Benedito Brotherhood
Tesoureiro: Juvenal Pereira Nunes
Conselho Fiscal: Jair do Nascimento Barbosa; Albino Augusto dos Santos; Abelardo Ferreira.
Suplentes da diretoria: João Werlish Junior , Aloisio de Castro e Manoel da Silva Braga.
Suplentes do Conselho Fiscal: Antônio Augusto dos Santos; Francisco da Silva Braga e Milton Braga dos Santos.

1956 – 1958

1960 – 1962
Diretoria
Presidente: Luiz Castilho
Secretário: Benedito Brotherhood
Tesoureiro: Armando ribeiro Pinto
Orlando Ferreira Machado
Waldir Palombo Braga
Suplentes de Diretoria: Rui Barbosa; Joaquim Ribeiro Filho; Raul Alves Borges; Gaspar Pinto Lopes Peneda; José Frucht.
Conselho Fiscal: Albino Augusto dos Santos; Antônio Augusto Cardoso Filho; Pedro Sanches da Silva.
Suplentes do Conselho Fiscal: Ednar Augusto da Silva; Nelson Ribas; Juvenal Pereira Nunes.

1962 – 1964
Presidente: Luiz Castilho
Vice – Presidente: Orlando Ferreira Machado.
Secretário: Cid da Rocha Araújo
1º Tesoureiro: Nelson macieira Figueiredo
2º Tesoureiro: Deimar Eston Gulart
Suplentes: Luiz Gil Siuffo Pereira; Nelson Ribas; Rui Barbosa; Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães; Oswaldo Gonçalves de castro.
Conselho fiscal:
Albino Augusto dos Santos
Armando Ribeiro pinto
Romulo Abreu Sampaio
Suplentes: Pedro Sanches da Silva; Ednar Augusto da Silva; Joaquim Ribeiro Filho.

1964 – 1966
Presidente: Luiz Castilho
Vice – Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
Secretário: Romulo Abreu Sampaio
1º Tesoureiro: Nelson Macieira Figueiredo
2º Tesoureiro Armando Ribeiro pinto
Suplentes: Deimar Eston Gulart; Darly Serpa da Fonseca; Waldir Corrêa do Carmo; Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães; Oswaldo Gonçalves de Castro.
Conselho fiscal:
Cid da Rocha Araújo
Pedro Sanches da Silva
Antônio Augusto dos Santos
Suplentes: Ednar Augusto da Silva; Joaquim Ribeiro Filho; Horácio Veiga de Almeida.

1966 – 1968
Diretoria
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Luiz Castilho
2º Vice – Presidente: Danyllo Merquior
1º Secretário: Romulo Abreu Sampaio
2º Secretário: Antonio Augusto dos Santos
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: José Fidalgo filho
Suplentes da Diretoria: Armando Ribeiro Pinto; Waldyr Corrêa do Carmo; Darly Serpa da Fonseca; José Milton Sampaio; Oswaldo Gonçalves de Castro; Orlando dos Santos Machado; Benedito Lara de Faria.
Conselho Fiscal:
Benedito Brotherhood
Ednar Augusto da Silva
Joaquim Ribeiro Filho
Suplentes do Conselho Fiscal: Horácio Veiga de Almeida; Nelson Macieira Figueiredo; Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães.

1968 – 1970
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Luiz Castilho
2º Vice – Presidente: Romulo Abreu Sampaio
1º Secretário: Nelson Macieira dos Santos
2º Secretário: Antônio Augusto dos Santos
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: Ernesto Alves Staack
Suplentes da Diretoria: Paulo Martins Azevedo; Anselmo de Sá Ribeiro Filho; Armando Ribeiro Pinto; Darly Serpa da Fonseca; José Milton Sampaio; Oswaldo Gonçalves de Castro; Orlando dos Santos Machado..
Conselho Fiscal:
José Fidalgo filho
Ednar Augusto da Silva
Suplentes: Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães; Waldyr Corrêa do Carmo; Benedito Lara de Faria

1971 – 1974
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Romulo Abreu Sampaio
2º Vice – Presidente: Nelson Macieira dos Santos
1º Secretário: Paulo Martins de Azevedo
2º Secretário: Augusto Pietroluongo Berquó
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: João Saraiva Viegas
Suplentes da Diretoria: Antônio Augusto dos Santos; Anselmo de Sá Ribeiro Filho; Armando Ribeiro Pinto; Ary Gomes; Luiz Fernando Mendes de Almeida; Amilton Ribeiro; Elpídio Costa de Souza.
Conselho Fiscal:
Luiz Castilho
Ednar Augusto da Silva:
Paulo Azambuja de Alencastro Guimarães
Suplentes: Benedito Lara de Faria; Benedito do Espiríto Santo; Nestor Amorim de Souza.

1974 – 1977
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Marcelino dos Anjos Nascimento
2º Vice – Presidente: Rufino Marques da Fonseca
1º Secretário: Renato Guertzenstein
2º Secretário: Silvestre Teixeira Filho
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: Roberto Ricardo Santos
Suplentes da Diretoria: Saul Alves Ferreira; Ary Gomes; Anselmo de Sá Ribeiro Filho; Eduardo de Almeida Trindade; Bernardino Joaquim; José Alves; Sergio Micelli.
Conselho Fiscal:
Bernardino Martins Ramalho
João Saraiva Viegas
Waldemiro das Neves
Suplentes: Armando Ribeiro Pinto; José Carlos Cassar; Benedito Alberto Brotherhood

1977 – 1980
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Marcelino dos Anjos Nascimento
2º Vice – Presidente: Rufino Marques da Fonseca
1º Secretário: Renato Guertzenstein
2º Secretário: Silvestre Teixeira Filho
1º Tesoureiro: Pedro Sanches da Silva
2º Tesoureiro: Roberto Ricardo Santos
Suplentes da Diretoria: Saul Alves Ferreira; Ary Gomes; Anselmo de Sá Ribeiro Filho; Eduardo de Almeida Trindade; Bernardo Joaquim; José Alves; Sergio Micelli.
Conselho Fiscal:
Bernardino Martins Ramalho
João Saraiva Viegas
Waldemiro das Neves
Suplentes: Armando Ribeiro Pinto; José Carlos Cassar; Benedito Alberto Brotherhood

1980 – 1983
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Silvestre Teixeira Filho
2º Vice – Presidente: Waldemiro das Neves
1º Secretário: Fernando da Silva Corrêa
2º Secretário: Nelson Moraes Barreto
1º Tesoureiro: Camilo da Costa Pinto
2º Tesoureiro: Bernardino Martins Ramalho
Suplentes da Diretoria: Saul Alves Ferreira; Ary Gomes; Eduardo de Almeida Trindade; Sergio Micelli; Aderito de Mello Souza; Victor Hugo Tyszler; Marcelino dos Anjos Nascimento.
Conselho Fiscal:
José Fernandes Duarte
Victor Pedro Paciello Gerolimich
Paulo Ferreira dos Santos
Suplentes: Bernardo Joaquim; Anselmo de Sá Ribeiro Filho; Carlos Alberto da Silva Correia

1983 – 1986
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: Rufino Marques da Fonseca
2º Vice – Presidente: Waldemiro das Neves
1º Secretário: Silvestre Teixeira Filho
2º Secretário: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Tesoureiro: Camilo da Costa Pinto
2º Tesoureiro: José Fernandes Duarte
Suplentes da Diretoria: Saul Alves Ferreira; Décio Eduardo Gouveia; Eduardo de Almeida Trindade; Bernardo Joaquim; Lino Teixeira; Fernando Antunes Rodrigues Ferreira; José Salles Tavares.
Conselho Fiscal:
Robert Fred Kroger
Mário Abrantes
Fernando de Macedo Soares
Suplentes: Carlos Alberto da Silva Correa; Nelson Moraes Barreto; Marcelino dos Anjos Nascimento.

1986 – 1989
Presidente: Luiz Gil Siuffo Pereira
1º Vice – Presidente: João Batista Porto Cursino de Moura
2º Vice – Presidente: Carlos Alberto Motta Vinha Fernandes
1º Secretário: Waldemiro das Neves
2º Secretário: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Tesoureiro: Décio Eduardo Gouveia
2º Tesoureiro: José Alves
Suplentes da Diretoria: José Firmiano Coelho Alves; Paulo Ferreira dos Santos; Fernando da Silva Corrêa; Antônio Carlos Vilela; Eduardo de Almeida Trindade; Mário Abrantes; Antônio de Brito Alves.
Conselho Fiscal:
Roberto Fred Kroger
Hélio da Silva Monteiro
Bernardo Joaquim
Suplentes: Fernando de Macedo Marques; Nelson Moraes Barreto; Fernando Antunes Rodrigues Ferreira.

1989 – 1992
Presidente: Odilon Braz Lacerda Filho
1 º Vice – Presidente: Décio Eduardo Gouveia
2º Vice – Presidente: José Alves
Antônio Carlos Vilela
João Batista Porto Cursino de Moura
Waldemiro das Neves
Suplentes: Paulo Ferreira dos Santos; Eduardo de Almeida Trindade; José Firmiano Coelho Alves
Marcus Tulio da Fonseca Mateus
Alayde Esporte da Cunha
Fernando de Macedo Marques
José Luiz Mota Afonso
Conselho Fiscal:
Antônio Valentim da Silva
Helio da Silva Monteiro
Bernardo Joaquim
Suplentes: Armando Lopomo Pereira Nunes; Nelson Moraes Barreto; Ary Gomes.

1992 – 1995
Presidente: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Vice – Presidente: Antônio Carlos Vilela
2º Vice – Presidente: José Luiz Mota Afonso
1º Secretário: João Domingos Machado Fernandes
2º Secretário: Antônio Pereira Nogueira
1º Tesoureiro: João Batista Porto Cursino de Moura
2º Tesoureiro: Eduardo de Almeida Trindade
Diretor para Assuntos de Relação de Consumo:
Manoel Fonseca da Costa
Diretor para Assuntos de Relação do Trabalho: José Firmiano Coelho Alves
Diretor de Patrimônio: Décio Eduardo Gouveia
Suplentes: Delfin Carlos de Pinho Lopes; Claúdio Alves Cerqueira; Hans Joachim Riedel; Antônio Barbosa Ferreira; Eliana de Andrade Vieira da Cruz; Antônio Manuel Coelho Martins; Gerson Fernandes de Castro; Armando dos Santos Alves; José Manuel Pereira Gonçalves de Sequeiros
Conselho Fiscal:
Waldemiro das Neves
Ary Gomes
Jayme Walter Rozes
Suplentes: Alayde Esporte da Cunha; Narciso de Oliveira Marques; Maria Luzia Cury de Albuquerque

1995 – 1998
Presidente: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Vice – Presidente: Antônio Carlos Vilela
2º Vice – Presidente: José Luiz Mota Afonso
1º Secretário: João Domingos Machado Fernandes
2º Secretário: Antônio Pereira Nogueira
1º Tesoureiro: João Batista Porto Cursino de Moura
2º Tesoureiro: Eduardo de Almeida Trindade
Diretor para Assuntos de Relação de Consumo:
Manoel Fonseca da Costa
Diretor para Assuntos de Relação do Trabalho:José Firmiano Coelho Alves
Diretor de Patrimônio: Décio Eduardo Gouveia
Suplentes: Delfin Carlos de Pinho Lopes; Claúdio Alves Cerqueira; Hans Joachim Riedel; Antônio Barbosa Ferreira; Eliana de Andrade Vieira da Cruz; Antônio Manuel Coelho Martins; Gerson Fernandes de Castro; Armando dos Santos Alves; José Manuel Pereira Gonçalves de Sequeiros
Conselho Fiscal:
Waldemiro das Neves
Ary Gomes
Jayme Walter Rozes
Suplentes: Alayde Esporte da Cunha; Narciso de Oliveira Marques; Maria Luzia Cury de Albuquerque

1998 – 2001
Presidente: Odilon Braz Lacerda Filho
1º Vice – Presidente: Antônio Carlos Vilela
2 º Vice – Presidente: João Batista Porto Cursino de Moura
1 ª Secretária: Vera Lúcia Galvão de Mello
2 º Secretário: Antônio Pereira Nogueira
1 º Tesoureiro: Eduardo de Almeida Trindade
2 º Tesoureiro: José Firmiano Coelho Alves
Diretor para Assuntos de Relação de Consumo: Manoel Fonseca da Costa
Diretora para Assuntos de Relação do Trabalho: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: João Domingos Machado Fernandes
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: José Luiz Mota Afonso
Décio Eduardo Gouveia
Suplentes: Delfin Carlos de Pinho Lopes; Paulo Cesar Carnier, José Antonio da Cunha Costa, Paolo Visentin Nunes Ferreira, Carlos Roberto de Souza Cunha e Jayme Walter Rozes.
Conselho Fiscal:
Waldemiro das Neves
Ary Gomes
Narciso de Oliveira Marques
Suplentes: Antônio Manuel Coelho Martins e Antônio Barbosa Ferreira

2001 – 2005
Presidente: José Luiz Mota Afonso
1º Vice – Presidente: Manuel Fonseca da Costa
2 ª Vice – Presidente: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
1 ª Secretário: Manoel Francisco Borges Carvalho
2 º Secretário: Gerson Fernandes de Castro
1 º Tesoureiro: Antônio Pereira Nogueira
2 º Tesoureiro: Cláudio Alves Cerqueira
Diretor para Assuntos de Relações de Mercado: Antônio Barbosa Ferreira
Diretor para Assuntos de Relação do Trabalho: Marco Túlio da Fonseca Mateus
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: Manfred Georg Hufnagel
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: Delfim Carlos de Pinho Lopes
Diretor para Assuntos de Relação de Meio Ambiente: João Batista Porto Cursino de Moura
Diretor para Assuntos de Relação de GNV: Gustavo Sobral de Almeida

Suplentes: Antônio Carlos Alves Coutinho, João Luís Magacho Lopes, Gustavo Abrantes Barbosa, Carlos Maurício Rito Lopes, Hamilton Cardoso de Vasconcellos, Luiz Carlos Martins Lino e Paulo Roberto de Almeida Figueiredo.
Conselho Fiscal:
Narciso de Oliveira Marques
Antônio Valentim da Silva
Paulo Cezar Soares Mello
Suplentes: André Madeira Correia, Ademar Santos Cruz e Cláudio Alves Gonçalves da Silva

2005 – 2008
Presidente: José Luiz Mota Afonso
1º Vice – Presidente: Manuel Fonseca da Costa
2ª Vice – Presidente: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
1 ª Secretário: Manoel Francisco Borges Carvalho
2 º Secretário: Antônio Carlos Alves Coutinho
1 º Tesoureiro: Antônio Pereira Nogueira
2 º Tesoureiro: Cláudio Alves Cerqueira
Diretor para Assuntos de Relações de Mercado: Antônio Barbosa Ferreira
Diretor para Assuntos de Relação do Trabalho: Marco Túlio da Fonseca Mateus
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: Manfred Georg Hufnagel
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: Delfim Carlos de Pinho Lopes
Diretor para Assuntos de Relação de Meio Ambiente: João Batista Porto Cursino de Moura
Diretor para Assuntos de Relação de GNV: Gustavo Sobral de Almeida

Suplentes: João Luís Magacho Lopes, Gustavo Abrantes Barbosa, Carlos Maurício Rito Lopes, Hamilton Cardoso de Vasconcellos, Luiz Carlos Martins Lino e Paulo Roberto de Almeida Figueiredo.
Conselho Fiscal:
Narciso de Oliveira Marques
Antônio Valentim da Silva
Paulo Cezar Soares Mello
Suplentes: André Madeira Correia, Ademar Santos Cruz e Cláudio Alves Gonçalves da Silva

2008 – 2011
Presidente: Manuel Fonseca da Costa
1º Vice – Presidente: Antônio Barbosa Ferreira
2ª Vice – Presidente: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
1° Secretário: José Luiz Mota Afonso
2º Secretário: Hamilton Cardoso de Vasconcellos
1º Tesoureiro: Antônio Pereira Nogueira
2º Tesoureiro: Delfim Carlos de Pinho Lopes
Diretor para Assuntos de Relações de Mercado: Narciso de Oliveira Marques
Diretor para Assuntos de Relações de Economia: João Luís Magacho Lopes
Diretor para Assuntos de Relação do Trabalho: Marco Túlio da Fonseca Mateus
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: Gerson Fernandes de Castro
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: Cláudio Alves Cerqueira
Diretor para Assuntos de Relação de Meio Ambiente: João Batista Porto Cursino de Moura
Diretor para Assuntos de Relação de GNV: Gustavo Sobral de Almeida
Suplentes: Marcelo Saraiva, Roberto Cardoso dos Santos, Pedro Paulo dos Santos Batista, Marcelo Rodrigues Teixeira, Antônio Carlos Pessoa Pereira e Jacqueline Amorim Lamela.
Conselho Fiscal:
Ademar Santos Cruz
André Madeira Correia
Francisco José do Amaral Fernandes
Suplentes: Elisabete do Nascimento Ferreira Hafner, Francisco Dantas Xavier e Luiz Filipe Quintela Coelho Martins

2011 – 2014
Presidente: Manuel Fonseca da Costa
1º Vice – Presidente: Antônio Barbosa Ferreira
2ª Vice – Presidente: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
1 ª Secretário: José Luiz Mota Afonso
2º Secretário: Hamilton Cardoso de Vasconcellos
1º Tesoureiro: Delfim Carlos de Pinho Lopes
2º Tesoureiro: Antônio Pereira Nogueira
Diretor para Assuntos de Relações de Mercado: Narciso de Oliveira Marques
Diretor para Assuntos de Relações de Economia: Gustavo Sobral de Almeida
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: Cláudio Alves Cerqueira
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: Pedro Paulo dos Santos Batista
Diretor para Assuntos de Relação de Meio Ambiente: João Batista Porto Cursino de Moura
Diretor para Assuntos de Relação de GNV: Gustavo Sobral de Almeida
Suplentes: Elisabete do Nascimento Ferreira Hafner, Marcos Vinícius de Abranches Fontes, Manuel Vilela Filho, Battista Ramundo Neto, André Luiz Vieira Afonso, Luiz Eduardo Vilardi de Oliveira Maia, Gérson Fernandes de Castro, Sérgio Ferreira dos Santos e Francisco Dantas Xavier.
Conselho Fiscal:
Ademar Santos Cruz
André Madeira Correia
Francisco José do Amaral Fernandes
Suplentes: Antônio Carlos Pessoa Pereira, Luis Filipe Quintela Coelho Martins, Luis Carlos Martins Lino.

2014 – 2018
Presidente: Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider
1º Vice – Presidente: Antônio Barbosa Ferreira
2º Vice – Presidente: João Batista Porto Cursino de Moura
1° Secretário: Manuel Fonseca da Costa
2ª Secretária: Elisabete do Nascimento Ferreira Hafner
1º Tesoureiro: José Luiz Mota Afonso
2º Tesoureiro: Ademar Santos Cruz
Diretor para Assuntos de Relações de Mercado: Narciso de Oliveira Marques
Diretor para Assuntos de Relações de Economia: Gustavo Sobral de Almeida
Diretor para Assuntos de Relação de Lojas de Conveniência: Manuel Vilela Filho
Diretor para Assuntos de Relação de Patrimônio: André Madeira Correia
Diretor para Assuntos de Relação de Meio Ambiente: Francisco José do Amaral Fernandes
Diretor para Assuntos de Relação de GNV: Gustavo Sobral de Almeida
Suplentes: João Antônio Zoghbi Dagher, Marcos Vinícius Barbosa Moreira, Avelino Saraiva Alves, Jorge Ferreira Almeida, Paulo Sérgio Duarte, Eduardo da Silva Ribeiro, Paulo Visentin Nunes Ferreira, João Baptista da Cunha Filho e Jairo Rodrigues Damaso.
Conselho Fiscal:
Carlos Maurício Rito Lopes
Francisco Dantas Xavier
Antônio da Cunha Carvalho
Suplentes: Elias Vieira de Almeida, Francisco Augusto da Rocha Mota, Paulo César Carreira Afonso.

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